Verdadeira Civilização

Quando uma criatura humana ainda moureja no campo de evolução passiva e inconsciente, seu organismo psicofísico é comandado por átomos inferiores, mais ainda quando sua alma ou seu espírito está vivendo as etapas rudimentares de seu estado primitivo.

Poder-se-ia dizer que os territórios de seus sistema fisiológico são habitados por tribos selvagens e primitivas.

Na medida em que essa criatura realiza o processo de evolução ativa e consciente, mediante a compreensão e a praticado ensinamentos redentores, esses territórios se vão, pouco a pouco, civilizando. Podem mesmo chegar ao ponto mais alto de uma esplêndida civilização individual, se o realizador, por meio de seus titânicos e perseverantes esforços, alcança altos graus de espiritualidade. Esse foi o caso dos mestres de sabedoria suprema. Eles obtiveram o máximo de civilização em seu território psicológico e fisiológico, vale dizer, em seu mundo psicofísico.

Quando algum ser humano atinge o clímax da espiritualização, isto é, quando atinge a suprema altura da sabedoria transcendental, não só fica devidamente civilizado como pode contribuir, de maneiro decisiva, para a civilização psicofísica de outras criaturas. Pode, ate mesmo, levar esses entes humanos, que são seus discípulos, aos mais altos estados de civilização psicofísica. Pois, em todas as escolas iniciáticas, além do discipulado já esclarecido, sempre surgiram apóstolos de varias categorias que se empenhavam mais no desenvolvimento de seu processo evolutivo e b=na obediência ás leis eternas relevadas por essas escolas.

A civilização não se e manifesta, apenas, como tantos supõem, nas obras de arquitetura, de arte ou de literatura, nem nas descobertas puramente materiais. A civilização para ser verdadeira e completa, precisa ter, como ponto de apoio, os altos conhecimentos provenientes da sabedoria suprema.

Infelizmente, com a deturpação dos ensinamentos superiores e com a materialização de tudo quanto foi legado por essas verdadeiras escolas iniciáticas, há muitos séculos, não existe, na face da terra, a orientação profundamente civilizadora que realiza, impulsiona e expandia aquela autentica civilização, ou seja, aquela civilização com bases seguras na vida iniciática.

Como todos os verológos têm verificado as leis eternas, ensinamentos redentores e as concepções verológicas estão identificando, cada vez mais, o seu processo de civilização psicofísica. E, como já tem observado, os ensinamentos dos mestres de sabedoria suprema, sobretudo os do mestre Jesus, desempenham papel de imensa relevância  no desenvolvimento do processo que estão realizando, precisamente porque lhes estão dando a merecida atenção.

Portanto, é fácil concluir que a humildade ainda não chegou ao estado de civilização espiritual a que deveria ter chegado, porque a maioria não deu aos ensinamentos dos excelsos mestres a dose de atenção que deveriam ter dado. Daí, as conseqüências, profundamente lamentáveis, desse extravio, conseqüências que há muitos séculos vêm trazendo a humanidade em constante desassossego e freqüente sofrimento.

É muito importante a missão que deus e Jesus confiaram á nossa escola iniciatica e á verologia. Compreendemos que essa profunda civilização só se perpetuara se soubermos ensinar aos nossos herdeiros de protegê-los contra deturpações e materializações. E, se soubemos, também, orientá-lo para que, por sua vez, ensinem a seus sucessores essa mesma necessidade que jamais deverá ser esquecida pelas sucessivas gerações através gerações através dos séculos.

Organizemos as obrigações profissionais, domesticas e sócias de tal modo que, sem as prejudicar, encontremos sempre, tempo suficiente para colaborar no exercício dessa divina missão. E seremos, certamente, recompensados pela justiça que não falha, já através de irreversíveis triunfos em nossa vida material, já através das inexcedíveis glorias concernentes á vida eterna!

A Verologia e a escola iniciática que a transmite foram criadas precisamente para isto: restabelecer no mundo terreno o movimento de supercivilização que produz a paz e a felicidade entre os homens e os povos.



Extraído de:

Jornal Verologia

Edição XXXIII Nº 417 e 418
Artigo referente a Setembro e Outubro de 2007

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