Vida Permanente

Todo dia dois de novembro, comemora-se o dia de finados, quando as pessoas vão aos cemitério onde estão sepultados seus entes queridos.

Nesse ocasião, temos uma grande oportunidade de nos deparar com a realidade de como é precária e limitada a nossa permanência na terra e que quem um dia também pariremos desse mundo.

No setor preliminar da Verologia, existe uma lição chamada: “Desvendando o mistério da morte – Tudo é vida” em que nosso mestre Cristófilo diz: “Nem tudo acontece a todos os entes humanos, unicamente a morte atinge todos, sem exceção.

Nós, seres humanos, temos consciência da inevitabilidade da morte. Devemos, então, pelo menos essa ocasião, examinar nosso comportamento, com honestidade, para avaliar se o tempo que nos está sendo concedido por Deus todo-poderoso está sendo, verdadeiramente, bem utilizado, pois a morte, como disse Jesus, pode nos surpreender no dia em que menos esperarmos.

Nessa mesma lição do setor preliminar, nosso mestre Cristófilo Nageo nos diz:

“Sendo a morte um inevitável acontecimento, merece, sem duvida, de vez em quando, as mais seriam reflexões de cada uma das criaturas. Se todos assim fizessem (ou pelo menos a maioria), com sensatos objetivos, por certo que a humanidade estaria atualmente muito mais adiantada, ou menos atrasada, no campo da evolução espiritual. Muitos já teria desvendado o mistério da “morte” bem como da existência e sobrevivência do espírito. E isso teria levado a espécie humana a cuidar de sua vida permanente com tanto empenho quanto o faz com sua vida transitória, ou talvez até mais”.

Compreendendo que, para conhecer o mistério da morte, é necessário descobrir antes o mistério da vida. Para isso, precisamos de esclarecimentos seguros sobre a vida espiritual, através de uma escola de evolução e de um método que nos leve a aprimorar nossas prerrogativas espirituais, para que nosso espírito possa se manifestar. Assim como a escola comum dá o conhecimento para que se aprenda a resolver problemas e experiências de nossa vida, para que aprendemos as lições de que necessitamos, sem nos desesperarmos e nem sofrermos. Desenvolvendo todas as nossas potencialidades espirituais, chegaremos a um estado de inalterabilidade, segurança, paz interior e de fé consciente em Deus e na vida.

A vida, essa “grande escola de férias”, passa a ganhar outro sentido, muito mais profundo, que é o da grande oportunidade de evolução e transformação que ela traz para cada ente humano neste plano terreno: a morte torna-se, então uma “ponte” que liga as duas margens do rio da vida. Finalmente, desvendamos este mistério: “Nada é morte. Tudo é via”. Portanto, a morte não designa o fim da vida, mas sim o ponto de partida para novas experiências rumo aos altos graus de evolução espiritual que todo ser humano deverá alcançar um dia, por imperativo da incorruptível lei de evolução.

Diz um dos mestres de sabedoria: “Sábio é aquele que sabe que, algum dia, há de morrer, mas não acredita na morte”. 



Extraído de:

Jornal Verologia

Edição XXXIII Nº 419 e 420
Artigo referente a Novembro e Dezembro de 2007

 

 

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